
porque me desfazem os sonhos
em lágrimas laminadas de bisturi?
porque me falham as palavras
quando mais preciso delas aqui?
onde estão os sonhos e as palavras?
já não durmo nem soletro
faço peregrinações à alma
tudo o que trago é desalento.
(não há milagre que me valha!)
resta-me a sombra imaginária
da lágrima que anteviu a tempestade
e da palavra que foi quase saudade…
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