
Neste eterno suave entardecer,
respiro o luar vindo do mar
que meu ser reanima e faz viver,
com um breve suspiro de ar.
Amor! Eu te estou a perder,
sucumbo à paixão deste dia,
em troca do desejo de te quer,
nesta tarde única de magia:
teimando ser qualquer fantasia.
O ar que respiro já é pouco,
pressinto que vou enlouquecer.
Mas que importa se fico louco,
por ouvir o chegar do anoitecer,
no fôlego que ainda resiste,
de quem já não está só nem triste,
salvo pelo olhar que o está a ver.
Chamei por ti, não sei se ouviste!
este débil sopro foi pura realidade,
neste sonho de tarde de saudade.
respiro o luar vindo do mar
que meu ser reanima e faz viver,
com um breve suspiro de ar.
Amor! Eu te estou a perder,
sucumbo à paixão deste dia,
em troca do desejo de te quer,
nesta tarde única de magia:
teimando ser qualquer fantasia.
O ar que respiro já é pouco,
pressinto que vou enlouquecer.
Mas que importa se fico louco,
por ouvir o chegar do anoitecer,
no fôlego que ainda resiste,
de quem já não está só nem triste,
salvo pelo olhar que o está a ver.
Chamei por ti, não sei se ouviste!
este débil sopro foi pura realidade,
neste sonho de tarde de saudade.
© Jorge Oliveira
Publicado no R.Letras em 08/04/2008
Código do texto: T936433
2 comentários:
Mais um texto líndissimo. Gostei imenso.
Mais uma vez obrigado pelo teu comentário (Fico Feliz)
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